Julio Brandão

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VIVER NÃO É FÁCIL.

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Todos sabemos que viver não é fácil. Existem os obstáculos naturais decorrentes de evolução de nossa espécie desde quando nascemos. Podemos nas sãos ou doentes. Pode ser que essas doenças seja passageiras ou nos acompanhem a vide inteira. Podemos nascer com muita saúde e viver até os pícaros. Podemos ficar doentes no meio do caminhos ou tropeças nas pedras da vida.

O que realmente há entre nascer e morrer. Só há vida.  E é este viver com doença e saúde que no impele para a frente:instinto de vida. Pulsar de emoções e razões.

Vida comprida estra alongada diz a música. Busca dos momentos e instantes que nos fazem voar em céu de brigadeiro. Encontrar este flash é o grande exercício que devemos fazer.

O homem tem o privilégio de poder escolher e é esta busca que nos empurra pela frente, mesmo no que chamamos horas díficeis.

Feliz daquele que consegue, apesar de tudo, ter um momento só seu e que seja mágico.

Bom dia a tdos.

O fim Tags: Luis Fernando Verissimo, crônica Luis Fernando Verissimo Lembra do bug do milênio? Depois que o fim do mundo não aconteceu como previsto no começo dos anos 2000, o Apocalipse ficou desmoralizado. Mas pode ter havido apenas um erro nas datas da sua chegada. Das 940 quadras das profecias de Nostradamus em apenas nove ele dá datas específicas, e é compreensível que tenha se enganado em alguma. Na quadra 72 da décima centúria das profecias de Nostradamus está escrito que “no ano de 1999 e sete meses dos céus virá o grande rei do terror”. O costureiro Paco Rabanne, um estudioso da obra de Nostradamus, deduziu que o dia do grande terror, quando o mundo começaria a acabar, seria 28 de julho de 1999. Inclusive, dizem que ele fez o que seria seu último desfile no dia 27 e pagou todo o mundo com cheques pré-datados. Segundo Paco, o fim iniciaria com a explosão de uma estação espacial abandonada pelos russos sobre Paris. Feitos alguns ajustes nas datas, a previsão mantém-se perfeitamente plausível. O que viria depois da explosão, Nostradamus não esclareceu. Disse que o rei do terror faria ressuscitar uma grande potência do Oriente e dela viria um anticristo que reinaria no Ocidente. Exegetas das profecias interpretaram suas palavras como uma referência a hordas mongóis lideradas por um Gengis Khan redivivo. Hoje, a interpretação pode ser outra: a grande potência que ressuscita é a Rússia, e a grande ameaça que vem do Oriente é Putin, provavelmente a cavalo e sem camisa. Como se sabe, junto com os discos de vinil e a Wanderléa, a Guerra Fria voltou. E a Rússia tem novos foguetes de longo alcance com múltiplas ogivas nucleares, capazes de destruir 17 Hiroshimas ao mesmo tempo, só um pouco menos do que os foguetes americanos. Paco Rabanne se precipitou. O fim pode estar próximo AGORA. Quero aproveitar a oportunidade para dizer que foi um privilégio pertencer à Humanidade enquanto ela durou. E sei que falo pelos bilhões e bilhões de pessoas que frequentaram este planeta desde que éramos pré-hominídeos que não sabiam nem fazer fogo nem sexo de frente quando digo que foi bom. Fizemos muita bobagem, é verdade – guerras, filhos demais, carros com rabos de peixe, Brasília -, mas também fizemos coisas admiráveis. Dois exemplos: a Catedral de Chartres e a Patrícia Pillar. E nos divertimos, é ou não é? Parabéns à Terra, que nos acolheu sem fazer perguntas, nos deu a água e o oxigênio que precisávamos para viver e ainda nos proporcionou grandes crepúsculos, sem falar no cheiro de capim molhado e no pudim de laranja. Obrigado, velha. Que venha o Apocalipse. Viva o Internacional.

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A COPA E A GUERRA DAS MALVINAS.

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Governos em situações difíceis, costumam tomar decisões que possam inspirar um profundo sentimento de ufanismo nacionalista.

Nada, como fazer um determinado povo desviar dos reais problemas, a não ser estimulando o nacionalismo exacerbado, que históricamente sabemos que só leva a grandes tragédias.

Ao invadirem as Ilhas Malvinas (Falklands) a Argentina teve seu momento de ufanismo, que durou poucos dias e seu povo sentindo-se embriago. A reação da Inglaterra foi devastadora. Retomou a ilha e humilhou os Argentinos, que até hoje tem de engolir esta tremenda e inesquecível derrota.

O Brasil, no governo Lula, para sediar a Copa do Mundo, fez todas as peripécias do mundo. Apesar de algumas resistências de alguns brasileiros, que conheciam tal empreendimento e que sabiam do custo elevado, não tiveram dúvidas em realiza-lo. O Estado agasalhou para si esta empreitada e dispendeu fundos altamente significativos na construção dos ESTADIOS e que convenientemente passaram a chamar ARENAS MULTIUSO. O Brasil (rico como é) parou. Os brasileiros ficaram ufanistas.

A festa foi realizada. Alguns dizem que governo teria dispendido 25.000.000.000,00 (vinte e cinco bilhões de reais). Acabou com  vitória dos Alemães e com a cara amarrada e derrotada da Presidente Dilma (que sequer conseguiu esboçar um sorriso ainda que falso) demonstrando descortesia para com os visitantes.

Foi vaiada. É feio. Não deviam. Mas, vejo esta Copa como uma guerra. A guerra do desperdícios, das fraudes milionárias da gastança desmedidas em um país de um imenso contraste social, onde perdura uma rica pobreza que é calada com uma parca cesta básica ou bolsa família.

A festa do futebol encanta o mundo, até porque a televisão, comandada pela FIFA só mostrou o Brasil clean. O Brasil dos brancos. Dos VIPS e desta forma fez a imprensa mundial mudar a imagem e até elogiar a Copa.

O que encantou o brasileiro de verdade, foi a seleção da ALEMANHA, mas não só pelo que ela fez dentro do campo, mas sobretudo pelo que ela fez fora do campo na sede de sua concentração. Sem barulho, sem estardalhaço fez um trabalho social tão ou mais importante que o ESTADO BRASILEIRO. Ajudou uma comunidade.

E agora?  Não terminou. Mais obras virão para a Olimpíada de 2016, o que vai engordar a barriga das empreiteiras, das fan fest, dos cambistas, dos fraudadores e dos políticos de plantão. E assim caminha este país abençoado por DEUS e pela natureza.

O guardador de rebanhos – Fernando Pessoa

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Eu nunca guardei rebanhos,

Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr de sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.

Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem ela dar por isso.

Como um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes,
Seriam alegres e contentes.

Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.

Não tenho ambições nem desejos
Ser poeta não é uma ambição minha
É a minha maneira de estar sozinho.

E se desejo às vezes
Por imaginar, ser cordeirinho
(Ou ser o rebanho todo
Para andar espalhado por toda a encosta
A ser muita cousa feliz ao mesmo tempo),

É só porque sinto o que escrevo ao pôr do sol,
Ou quando uma nuvem passa a mão por cima da luz
E corre um silêncio pela erva fora.

 

Às vezes quero crer mas não consigo……….

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Às vezes quero crer mas não consigo é tudo uma total insensatez. Estes versos de Vinicius e talvez música de Toquinho é mais que poesia. É fato. É realidade.

É o cotidiano atual que nos aflige diante de tanto descaminho na condução do destino de todos os brasileiros. Mas que nunca precisamos repensar o nosso modelo atual que é uma caricatura de democracia, mas democracia não. é.

O modelo representativo carece de legitimidade, vez que só quem tem poder financeiro, tem facilidade de se eleger ou se reeleger. As benesses que o Estado concede ao Legislador de certa forma é um mensalão. Basta verificarmos as famosas “emendas parlamentares” um verdadeiro descalabro do que não deve ser feito.

Alguém viu os parlamentares fazerem uma grande discussão dos problemas brasileiros? Apresentaram eles algum projeto de futuro para o Brasil e os brasileiros?

E o Brasil de hoje que sedia um dos maiores eventos do Mundo. A parte ser uma festa, está sendo uma festa para as grandes empreiteiras e os grandes aglomerados internacionais que nunca ganharam tanto como agora. Dinheiro que também abastece o cofre de alguns maus brasileiros, vez que somos um dos países mais corruptos do mundo.

Temos uma economia que não cresce. Uma desconfiança de quem gera empregos no setor industrial. Uma crise de infra estrutura, sem que se ofereça qual a alternativa. Um governo que não governa e a cada dia perde sua popularidade das classes mais afetadas pela inflação, com exceção é claro dos beneficiados pelo bolsa família, contingente que não vai aprender a pescar vez que excluído da sociedade pelo próprio Estado que o manobra tal como rebanhos obedientes e ordeiros.

É verdade. É tudo uma total insensatez.

COPA DOS VIPS

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Quando você toma conhecimento pela imprensa, de que os Bancos Estatais, notadamente CEF e BB dispendem mais de 6.000,000,00. Isto. Seis milhões de reais com ingressos da Copa do Mundo, fiquei mais uma vez atônito e perplexo.

Apesar do mensalão e outros escândalos republicanos do PT que nos tem assombrado, verificamos que ninguém mesmo, toma jeito. A cada dia, mesmo com estes fatos públicos, as coisas continuam como sempre.

Povo. Ora…. o povo. Que se danem. E o povo se dana. E o povo não reclama.

Até onde vamos ficar complacentes com estas atitudes. De onde se espera lisura, não há lisura. De onde se espera respeito para com o povo, não há respeito.

Vivemos mesmo na idade média da política. No cartorialismo. No patrimonialismo. Somos reféns de nós mesmo, vez que somos nós que elegemos nossos representantes.

Claro que precisa mudar. Estas atitudes nos reduz perante o mundo dito civilizado. Porque privilegiar alguns, quando a grande massa que deveria participar da grande festa sofre os maiores constrangimentos nas portas dos pontos de venda.

Não sei quantos ingressos se pode comprar com os valores referidos, mas sei, que este privilégio está, sendo pago por nós, vez que, são estatais.

Estamos há tempo engolindo sapos. Lamentável este desgoverno.

Temos de fazer alguma coisa. Devemos e precisamos refazer o nosso  país, isto, se sobrar alguma coisa. Tal qual a FENIX: ressurgir das cinzas.

Só de uma forma isto é possível: o voto. Portanto me assombra a desesperança.

E que se faça a COPA DOS VIPS.

E que Deus nos perdoe.

SUCESSÃO NA EMPRESA: ALGUMAS REFLEXÕES

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Toda empresa tem uma história. Um pequeno negócio. O empreendedor fundador, teve a visão do negócio, aproveitou as oportunidades. Cresceu. Enfrentou crises, e aprendeu a superá-las. Transferir esta história  a seus sucessores é o desafio.

Fazer a empresa, requer habilidades especiais de um empreendedor: trabalho, senso de organização, perspicácia e muito “feeling” negocial. Prosperou, após muito sacrifício e lutas. O sucesso é resultado de anos de lutas, superações, muita organização,crises e  oportunidades. Ao seu redor, com ele, uma família. Filhos e agregados: todos no negócio. Cada uma destas pessoas, diferentes no jeito de pensar, no estilo de viver, criam, por vezes, conflitos familiares.

A história das empresas familiares no Brasil revela que, em sua maior parte, não sobrevivem à segunda geração. Quando não fecham, são vendidas, por serem mal administradas, pela impossibilidade de superação dos conflitos dos sócios. E a história, do pai ou avô, chega ao seu final.

Fazer a empresa sobreviver e perdurar por várias gerações, daí falar em sucessão familiar na empresa.

Processo complexo e trabalhoso que permite à empresa sobreviver e prosperar, sem que a “família” saia do negócio.                                                    A sucessão de que falamos, não é aquela que se opera com a transmissão simples dos bens aos herdeiros ou sucessores, que se opera pela transferência das ações ou quotas de sociedades em face da morte: a sucessão civil.

A sucessão que garante a perenidade da empresa é aquela construída através de um processo  multidisciplinar, envolvendo direito de  família e sucessões, gerenciamento, direito contratual, empresarial, psicologia etc… bem como, todas as  regras necessárias, que, aplicadas e obedecidas com critérios de razoabilidade permitirá aos sócios (já não mais donos) usufruam de uma empresa sólida, com governança corporativa, mantendo ideais e sonhos dos fundadores.

Vários os pressupostos para se iniciar um processo desta natureza, e o primeiro deles é o consenso de todos os envolvidos. Aceitarem a idéia, envolverem-se com ela, entenderem que a situação lhes retira no mais das vezes o poder a  que estão acostumados, seja porque sócios majoritários ou por ocuparem  posição de gerência com grande autonomia.

Evidentemente que o processo, que objetiva garantir perenidade à empresa e ao negócio e, portanto ao patrimônio, não é um processo tão simples como se pode imaginar. Ocorre ser a empresa organizada, com padrões elevados de profissionalização, e mesmo assim ser controlada por uma família em conflito. Isto gera problemas de sobrevivência.

Parece que, preenchidos os primeiros pressupostos, é a hora de começar a intervir nos conflitos familiares e, neste momento, várias pessoas atuam.  Além do advogado, há necessidade da atuação de profissionais de várias áreas (psicólogos, consultores e especialistas em mediação) que atuam no sentido de transformar conflitos familiares em consensos familiares, sem que o  interessado sinta-se preterido ou diminuído em suas condições. Superar divergências, fazer a família adotar novas posturas pessoais e profissionais, é caminho a ser percorrido.

A “latere”, atuam os profissionais do direito, formatando construções jurídicas para a nova fase societária, auxiliando a criação de pessoas jurídicas ( holdings ), alterando contrato social para abrigar estas mudanças e todos as demais.

As empresas que buscaram inserir a governança corporativa no seu modelo, são empresas cujos ativos mais se valorizaram e todos ganharam: o empreendedor, ao ver seu negócio vai continuar, e a família, o orgulho de ter uma empresa continuando a crescer.

Este processo, por si só, não exclui os sócios do gerenciamento direto. Serão gerentes  os sócios, no dizer de Peter Drucker,  demonstrem “ser tão aptos quanto qualquer funcionário não pertencente a ela e se esforcem no minimo tanto quanto este”  ( Administrando em Tempos de Mudança  pág.33). Podem administrar, desde que hábeis e capazes.

A empresa que administra a sucessão, certamente será empresa de sucesso. Mas, para este objetivo, a família “ deve servir a empresa” e não “servir-se dela” como diz o mesmo Peter Drucker.

Finalizo com Peter Drucker, o pai da administração moderna, “a palavra mais importante em empresas administradas pela família, não é família. Ela tem de ser empresa.”

 

Julio Cesar Brandão

SIMONSEN, O SINCERO

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Simonsen, o sincero

Mário Henrique Simonsen, engenheiro, economista, professor, brilhante intelectual, presidente do BC no governo Castelo Branco, ministro da Fazenda do governo Geisel e ministro do Planejamento do Governo João Figueiredo, decidiu pedir demissão. Estava insatisfeito e parecia saturado da vida pública. Fez a carta de demissão e foi entregá-la ao presidente que se exercitava no haras que mantinha na Granja do Torto. O ajudante de ordens pediu para o ministro aguardar um pouco. Três, quatro, cinco cigarros depois, aparece o general Figueiredo, saindo da ducha, dorso nu, toalha enrolada :

- Presidente, vim aqui trazer este documento.

Figueiredo, em pé, abre a carta e lê o pedido de demissão. Explode :

- Quer dizer que o senhor está dizendo que o meu governo é uma merda ?

Impávido, sem titubear, Simonsen responde :

- É isso mesmo !

E saiu calmamente fumando mais um cigarrinho.

(Caso contado pelo amigo Barros, o bom e experiente jornalista Guilherme Barros, a quem Simonsen narrava os bastidores da política e fazia confidências)

QUANDO O MEDO AMEAÇA A ESPERANÇA.

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O PT, não bastasse tolerar e fomentar o processo de corrupção que graça todos os setores de nosso país, vem agora, com uma nova ameaça.

Fazer do medo a sua arma e assim  permanecer no poder. Sequer os mais vís dos homens, tomariam tal atitude, notadamente quando os atingidos constituem o povo brasileiro a quem governam.

A esperança venceu o medo e este mote serviu para colocar no poder o PT. Agora para permanecer no poder este mesmo PT, não titubeia.

Levando o país a uma grave situação, qual seja, incompetência com o trato da coisa pública, ameaça de inflação alta e crescimento anão, ao invés de reconhecer tal fato e apresentar um novo programa de reformas, ele faz ameaças.

Ameaças de volta ao passado. Pergunto: qual passado?.

A ditadura militar. Impossível.

Pois se há um governo novo autocrático e autoritário, este é o do próprio  PT. Estamos a viver e conviver com o pior dos governos recentes, liderado pela Presidente Dilma, eleita pelo PT e que não consegue governar, pois todas as suas políticas estão ruindo, com exceção da bolsa família que ela classifica como política social e que é seu trunfo eleitoral e cujo trabalho não exige competência: é só assinar o cheque. Distribuir benesses.

O resto é uma incompetência total. Tal qual ROBINSON CRUSOÉ estamos isolados do resto do mundo  e exercendo uma política bilateral apenas com pequenos títeres sul americanos. Diplomacia zero, estamos lentamente perdendo o que já foi conquistado.

Como pertencer ao BRICS, se de todos eles estamos em último lugar. Sequer disto estamos nos aproveitando.

Só temos uma coisa: comoditties. E enquanto assimilável, elas renderão seus frutos e sustentarão a exportação. Até quando? Não sabemos.

O seu PROJETO PAC não conseguiu mais que 13% de realizações. Se alguma obras estão começando a andar é porque estão sendo feitas pela iniciativa privada, verdadeira privatização com o nome bonito de concessão feitas na ultima hora, diante da impotência de realizar as obras.

O fracasso da política econômica é outro peso. É unânime as críticas a esta política. Do Brasil e de todos os cantos do mundo há reparos. Só ela não percebe.

O PT tornou-se insensível. Fracassou. Enlameou a sua história. Afogou-se na corrupção do mensalão e agora da PETROBRÁS. Agora, o que fazer.

É o que estão começando a fazer. Reagir e da pior maneira possível.

Através da imposição do medo de um passado que não existe mais, matar a pouca esperança que nos resta.

 

 

Beber para esquecer

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“A bebida não afoga nossas tristezas : irriga-as, apenas.”

Anônimo

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